sábado, 8 de dezembro de 2007

Trabalho Muscular Estático


Esse tipo de trabalho é muito desgastante. Em condições semelhantes a um trabalho dinâmico, acarreta: um maior consumo de oxigênio; níveis mais altos de freqüência cardíaca; a exigência de um período maior de repouso. Entre os problemas musculoesqueléticos, podemos citar: inflamação das articulações, devido ao estresse mecânico; inflamação nos tendões (tendinite ou tenossinovite); inflamação nas bainhas dos tendões; processos crônicos degenerativos, do tipo artroses nas articulações; espasmos musculares dolorosos (cãibras); doenças dos discos invertebrais.



Fonte: Manual de Ergonomia – Adaptando o Trabalho ao Homem (K. H. E. Kroemer / E. Grandjean)



sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Trabalho Muscular


Pode ser dinâmico ou estático. No trabalho muscular dinâmico, o músculo sofre contração e relaxamento, geralmente, de uma forma rítmica, produzindo movimento, por exemplo, o ato de girar uma roda. Já no trabalho estático, o músculo sofre contração por um tempo prolongado, a fim de manter o corpo em uma postura, como por exemplo, ficar em pé. Normalmente, essa segunda forma de trabalho produz mais rapidamente a fadiga muscular, exigindo um tempo maior para se recuperar. O papel da ergonomia, neste sentido, é diminuir ao máximo o trabalho estático.



Fonte: Manual de Ergonomia - Adaptando o Trabalho ao Homem (K. H. E. Kroemer / E. Grandjean)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Perturbação Provocada pelo Ruído

Quando o assunto é ergonomia, devemos, não apenas, preocupar-nos com os danos provocados à saúde em decorrência do ruído, mas também do conforto que sofre prejuízos. O ruído passa a interferir na comunicação e trabalhos intelectuais a partir dos 80 dB(A). Geralmente esses ruídos são provocados por outras pessoas, máquinas e equipamentos. A seguir, temos uma tabela com os níveis máximos de ruído, permitidos de acordo com as atividades:



quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Ruído Contínuo ou Intermitente

Embora a Norma Regulamentadora - NR-15 -, em seu Anexo I, afirme que o nível de tolerância para o ruído contínuo, durante 08 (oito) horas de exposição, seja de 85dB(A), há literatura internacional que considere esse limite como 80dB(A). Outro fato discordante é que, para cada aumento de 03 (três) dB(A), o tempo de exposição deve ser reduzido à metade, tendo em vista que os decibéis são expressos em escala logarítmica, algo que não ocorre na legislação brasileira. A grande pergunta é: Nossos ouvidos serão mais "resistentes" do que outros?


segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Controles

Servem para se transmitir idéias ou decisões às máquinas ou equipamentos. Podem assumir diversas formas como: alavancas, botões, teclados, volantes, manivelas e outros. Quando estamos os projetando, devemos levar em consideração que os músculos do corpo humano têm características de força, velocidade e precisão. Logo, para o acionamento de controles que exijam força, deve-se utilizar pernas ou braços. Enquanto que, para movimentos de precisão, utilizam-se as pontas dos dedos.

Fonte: Ergonomia Prática (J. Dul e B. Weerdmeester)

domingo, 2 de dezembro de 2007

Expectativa do Usuário

Quando se projetam dispositivos de controle para equipamentos e máquinas, deve-se considerar a expectativa dos usuários. Também chamada de estereótipo da população, ou seja, é a resposta esperada pelas pessoas que irão operá-los. Ao girar a tampa, no sentido horário, de uma garrafa pet, espera-se fechar a mesma. A seguir, vemos uma tabela com as expectativas e os movimentos correspondentes.










sábado, 1 de dezembro de 2007

Projeto Ergonômico




Durante a coleta de dados para a elaboração do projeto ergonômico, esses podem, no início, sofrer alterações. Pois, o funcionamento do organismo humano é afetado, quando o indivíduo percebe-se observado por outro. O mesmo passa a trabalhar mais rápido ou mais devagar, em função do aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Logo, sugere-se a eliminação dos primeiros dados coletados, até perceber o trabalhador mais à vontade.


Fonte: Ergonomia Prática (J. Dul e B. Weerdmeester)